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DICAS PARA FALAR INGLÊS COM CONFIANÇA

DICAS PARA FALAR INGLÊS COM CONFIANÇA
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Sabemos o quanto é difícil falar bem – há alunos que estudam há bastante tempo, conseguem ler, escrever, entendem quase tudo o que ouvem… mas na hora de falar, principalmente fora da sala de aula, com estrangeiros ou brasileiros que falam muito bem, a coisa desmorona como um castelo de cartas…

Mas é possível adquirir mais confiança para falar!

Vamos ver umas dicas?

 

A parte mecânica

Vamos dividir nossas dicas em três partes. A primeira é a mecânica – ou seja, a parte física de falar. As dicas aqui são:

 

  • Sons, letras, sílabas e palavras

A primeira dica é treinar os sons!

Já ouviu falar na palavra “fonema”? Um fonema é a unidade mais primária de uma palavra, antes mesmo da letra. Em inglês, há 44 fonemas, 24 para consoantes e 20 para vogais. Se levarmos em conta que temos somente 26 letras, entendemos que cada letra ou combinação de letras pode produzir sons individuais diferentes.

A questão aqui é saber diferenciar as sutilezas entre sons como o do ou em:

Tough – tãf

Though – dou

Ou o a em

Cat – két

Car – kár

Ou a diferença entre o i e o ea em:

Live – laive

Leave ­– live

 

E por aí vai. O som de th e ed também são alguns dos mais problemáticos para os brasileiros, pois os fonemas envolvidos simplesmente não existem na nossa língua. Treiná-los vai preparar os seus músculos para pronunciar corretamente as palavras fazendo menos esforço. Você vai naturalizando a sua fala…

Também é uma boa ideia praticar as letras isoladas do alfabeto e palavras inteiras, expressões, verbos frasais (como ‘put up with’ – tolerar/aceitar); e em seguida…

 

A segunda dica é pronunciar sentenças e parágrafos inteiros.

É preciso treinar a ligação e a pausa entre as palavras, assim como entonação. A maneira mais apropriada de fazer uma pergunta, por exemplo, de forma menos cantada em relação ao português do Brasil.

Para conseguir isso, é preciso ouvir também – use textos transcritos de palestras, reportagens e outros materiais em que o falante tenha uma pronúncia mais padrão. Ou seja, menos regionalista – é por isso que o jornalismo é uma boa pedida. Audiobooks também são uma ótima opção.

Dessa forma, você pode escutar, pausar, voltar para ouvir de novo e entender certinho como pronunciar aquilo que ouviu. Sempre repetindo em voz alta para naturalizar a fala cada vez mais.

Aqui está um texto em que falamos sobre isso com mais detalhes.

 

  • A parte semântica

 

A terceira dica é: fale sobre as coisas que interessam para você.

Semântica é a parte da linguagem que trata dos significados. Logo, quando falamos sobre coisas que nos interessam (do mundo e de nós mesmos), somos levados à preocupação de conseguir dizer o que queremos dizer. Aí, vamos procurar as expressões certas, perguntar ao professor como dizer alguma coisa, enfim, o interesse traz a linguagem mais facilmente.

É aqui que entra a expansão do vocabulário e a organização textual. É aqui também que entra a questão de “pensar em inglês”, sobre a qual falamos neste texto aqui.

Uma boa atividade para isso é fazer exercícios de escutar ou assistir sobre alguma coisa interessante e depois se desafiar a explicar o que ouviu da melhor maneira que puder.

Mas não é só isso – só de olhar ao redor, para a sua vida, há muito sobre o que falar. Você pode descrever onde você está, a sua rotina, o que comeu hoje cedo, hábitos que tinha em outros momentos da vida…

Mas tudo isso que dissemos agora só vai funcionar se você conseguir domar as suas feras…

 

A parte psicológica

A quarta dica é: não tenha medo de errar.

Não dá para aprender nada novo sem cometer muitos erros. É simplesmente como as coisas são. Você precisa estar confortável em ser corrigido, ter a calma de escutar a própria voz e ter a consciência corporal de onde está errando e acertando. Ou seja, é um trabalho de desprendimento e dedicação.

Mas se você seguir direitinho as dicas anteriores, você vai ver que esta acaba vindo de uma forma mais intuitiva.

E se você não estiver conseguindo praticar por conta própria, bem…

 

A dica final é: procure aulas/cursos que realmente funcionem para você.

Há muitas escolas, muitos métodos, mas nada funciona se os horários não baterem, se você estiver cansado demais para estudar, se os materiais não estiverem ajudando… Então é preciso pesquisar bem.

Um bom professor ou uma boa escola é a diferença entre uma experiência positiva e uma negativa. E uma propulsão positiva para o seu inglês vai fazer com que todas as dicas que demos aqui fluam mais facilmente pelos seus estudos.

 

Na Beils, os alunos têm acesso a um material digital disponível a qualquer momento com uma infinidade de opções voltadas a um pouco de tudo – mas principalmente para a fala. O próprio programa corrige a sua pronúncia!

Além disso, os horários de aulas são muito amplos, possibilitando que o aluno escolha o horário que melhor vai funcionar em qualquer dia. Soma-se a isso o acompanhamento pessoal por meio de sessões privadas com os professores da escola para tirar dúvidas e falar à vontade.

Empodere o seu inglês! Be Beils!

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