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ERROS COMUNS DOS BRASILEIROS AO APRENDER INGLÊS

Erros comuns dos brasileiros ao aprender inglês
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Erros comuns dos brasileiros ao aprender inglês

 

Não é uma tarefa simples aprender inglês. É uma língua muito diferente da nossa, com regras que não se aplicam aqui, sons que não somos acostumados a produzir e vocabulário cheio de armadilhas. Mas está muito longe de ser um objetivo inatingível. Com empenho e os caminhos certos, qualquer um pode aprender esse importantíssimo idioma. O problema é que, muito frequentemente, não tomamos as melhores decisões quanto a quais caminhos seguir.

Neste texto, vamos tratar de alguns dos erros mais comuns que os brasileiros cometem ao aprender inglês. E, claro, apresentar uma solução para cada um deles. O seu inglês está empacado? Então venha conosco!

1) Atropelar o começo

Existe uma pergunta que, na verdade, é uma armadilha: “quanto tempo até eu ser fluente?” Essa pergunta mais atrapalha do que ajuda por algumas razões:

  1. a) Faz com que o aluno tenha uma relação clientelista com o idioma, como se fosse um produto que estivesse adquirindo;
  2. b) pressupõe que o aluno está jogando a responsabilidade de algo tão delicado e pessoal quanto ficar fluente em inglês sobre os ombros de uma escola ou professor;
  3. c) indica que o aluno pode se frustrar se não sentir que pode sair falando à vontade no tempo que sonhou para si.

Esses fatores acima contribuem para a geração de estresse, objetivos mal delineados e ansiedade. E nada disso ajuda.

Solução: Para não atropelar o começo, tenha um objetivo mais simples: “ficar independente em inglês”. Saber o suficiente para conseguir trilhar o aprendizado com as próprias pernas. Nenhuma escola é capaz de substituir o seu empenho.

Procure entender o que faz parte do nível básico e domine esses assuntos. Quando isso acontecer, você vai começar a ter a deliciosa sensação de estar compreendendo e usando mais livremente a língua inglesa. É esse compromisso inteligente que pode encurtar o seu curso.

2) Pouca exposição

Como já afirmado no parágrafo anterior, o empenho é responsabilidade sua. Muitas vezes, os alunos se limitam a somente seguir os temas sugeridos em aula e fazer a tarefa para a próxima. E aí, depois de um certo tempo, quando surge a possibilidade de trocar uma ideia com uma falante nativo ou entender aquela série excelente sem legendas, a pessoa se sente um fracasso. A verdade é que aprender uma língua nova envolve ter um alto grau de exposição a ela. Estar rodeado por pouca língua inglesa na sua vida vai te manter no nível intermediário mesmo se você completar o curso.

Solução: Exponha-se à língua inglesa. Você vai precisar mudar os seus hábitos para isso, seja bastante ou pouco (depende de cada um). Alguns exemplos: quase tudo que você pesquisa na internet pode ser pesquisado em inglês; vídeos e áudios, como podcasts, e outros materiais (de estudo, trabalho, ou de interesse geral) podem ser ouvidos em inglês; a telenovela pode ser trocada por um filme ou uma série; as notícias podem chegar de um jornal americano ou inglês; as mídias sociais podem estar configuradas em inglês; os perfis que você segue podem ser de origem estrangeira; etc…

A verdade é que você tem que transformar o seu mundo em um mundo consideravelmente mais falante de inglês para ter sucesso.

 

3) Pensar em português (e traduzir literalmente)

Outro problema muito comum é que os alunos muitas vezes insistem em usar as mesmas expressões e sintaxe (a mesma linguagem) e simplesmente traduzir para o inglês. Isso não vai dar certo! E a pessoa se frustra por não conseguir se comunicar tão bem em inglês quanto consegue em português. Mas isso nunca vai deixar de acontecer se a pessoa não aprender a pensar em inglês.

Solução: Aprender inglês é um trabalho de humildade. É aceitar que você vai, mais ou menos, voltar a ser criança e aprender tudo de novo. Ou seja, a palavra happiness não pode significar “felicidade” (a palavra em português), mas sim o sentimento da felicidade, diretamente.

Quando aprendemos que os elementos da língua inglesa precisam se relacionar ao mundo, e não à língua portuguesa, começamos a finalmente pensar em inglês. É por esse raciocínio que o jogo muda!

Ou seja, da próxima vez que você tiver uma dúvida, tal qual “como posso dizer ‘estou triste’ em inglês?” Troque essa pergunta para “de que modo posso expressar tristeza em inglês?”. I’m sad, I’m feeling down, I’m feeling blue, I’m upset…

 

4) Não conseguir entender o que lê ou escuta

Quando você se expõe bastante à língua inglesa, você não vai entender tudo de primeira, é claro. Mas isso não importa, principalmente no começo. O que você com certeza não deve fazer é desistir da exposição. Você, por acaso, acha que uma criancinha brasileira está entendendo toda a comunicação em português ao redor dela? A mesma coisa vale para os textos. Pode até “parecer grego”. Você pode até trocar os materiais difíceis por outros mais compreensíveis, mas não deixe de ler e ouvir.

Solução: Exponha-se sem medo. Procure entender as mensagens principais, captar expressões e palavras novas para pesquisar depois. E procure imitar os sons do que se escuta. É de grão em grão mesmo. Mas sempre que você encontre um texto (falado ou escrito) que interesse bastante, faça o seguinte: passe o tempo que for, mas entenda o máximo que puder dele. Um só por dia, e você vai ver a diferença que isso vai fazer.

 

5) Atropelar a fala

Finalmente, a fala. Esta é uma tarefa muito relacionada à anterior. A frustração bate quando sons específicos são difíceis de pronunciar. O mesmo ocorre quando as conexões entre as palavras parecem até alienígenas. Como, enfim, naturalizar a fala? Como perder o sotaque?

Solução: Temos que repetir muito. Repetir palavras isoladas, frases, parágrafos… Entender onde estamos pronunciando mal e ir atrás de exemplos de palavras e frases que contém esses sons… Os músculos que produzem sons estão operando de uma maneira diferente do que fizeram sua vida toda! Vai cansar, vai doer um pouco no começo, como quem começa aprender a tocar o violão. Mas uma hora a pronúncia certa vai sair.

Quanto ao sotaque, não se preocupe com ele. Preocupe-se com a pronúncia correta. Essas duas coisas não são a mesma. Abrace o seu sotaque porque também com ele você pode ser fluente, sem problemas.

Mas se você quer ver o seu inglês empoderado para valer, siga a nossa dica final: venha conhecer a Beils!

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